by : Matheus Sant'Anna


É claro que não dá pra dizer nada, logo que só teve um episódio e Agents of SHIELD foi muito boa no primeiro episódio, mas depois decepcionou. Porém, como um episódio piloto é feito para avaliar se a série pode ou não ser realizada, eis que está na hora de realizarmos nossa crítica para também avaliarmos se a série pode mesmo ou não seguir em frente. E acho que não preciso adiantar que: sim! Em volta de apenas 40 minutos, o episódio foi tão rápido, - trocadilhos a parte - mas ao mesmo tempo tão longo, que parecia um longa-metragem daqueles que tem uma hora e meia e duas horas e você vê tão rápido e fica sentindo vontade de ver mais ou ver de novo - eu pelo menos já assisti o episódio umas três vezes, sendo a primeira sem legenda.

O episódio começa a com a narração do protagonista Barry Allen, interpretado por Grant Gustin, conhecido por seu ótimo papel como o vilão Sebastian na série Glee. Utilizando do mesmo recurso da série Arrow - que eu espero que só seja utilizado no primeiro episódio - o passado do personagem é contado em flashbacks, desde a perseguição que sofria quando criança, e que nunca conseguia escapar do bullyng, passando pela morte da sua mãe em meio a uma tempestade elétrica indoor, - que quem já assistiu o longa-metragem Liga da Justiça: Ponto de Ignição ou já leu a mega-saga em quadrinhos que a originou, sabe quem foi o verdadeiro culpado pelo assassinato - mas que seu pai - aqui interpretado por John Wesley Shipp, que interpretou o Barry Allen na série antiga - foi culpado e levado preso. A partir daí o pequeno Barry passa a ser protegido pelo Detetive West, - Jesse L. Martin - pai de sua melhor amiga Iris - interpretada por Candice Patton, que quem conhece a história e os desenhos, sabe a importância dela para o surgimento do Kid Flash e de outros personagens.
Cerca de dez anos depois, Barry é um jovem perito de Central City que sempre chega atrasado - uma brincadeira sobre o Flash muito utilizada nos desenhos e nos quadrinhos, que o homem mais rápido do mundo está sempre atrasado. Acontecendo provavelmente logo após aos eventos que levaram Barry Allen a Starling City na série Arrow, que gerou este spin-off, um controverso acelerador de partículas está para ser ligado nos laboratórios Star e Barry como sempre atrasado, perdeu o tempo para comprar o ingresso para o evento. Assim, estando longe o bastante para que as alterações provocadas pela explosão alterassem apenas seu DNA, mas não sua mente - desculpa também utilizada no desenho Super Choque, onde também acontece uma explosão que origina os meta-humanos.
Nove meses depois, dezenas de meta-humanos surgem em Central City, mas a cidade ainda não tem ciência de sua existência. Numa fórmula semelhante a de Smallville, dependendo do fenômeno, da exposição, ou do que estava perto, cada meta-humano ganha uma mutação diferente. Provavelmente cada episódio terá um vilão com mutação diferente. No caso de Barry, a tempestade provocada pela radiação gerou um relâmpago que, somado aos elementos químicos de seu laboratório na polícia, tornam o garoto não só com a velocidade sobre-humana, mas seu raciocínio e seu metabolismo, podendo se curar em torno de apenas três horas.
O diretor David Nutter demonstra ser um grande fã da trilogia Homem-Aranha de Sam Raimi. Todos os momentos de descoberta dos poderes são semelhantes aos do Homem-Aranha, inclusive a personalidade e os sofrimento dele, além da questão de que ele foi escolhido para ser o anjo da guarda da cidade - como diz o Arqueiro em sua participação de cinco minutos, que também sugere que ele use uma máscara - remetendo ao momento em que Barry, na série Arrow, sugere e inclusive cria uma máscara para o Arqueiro. Até mesmo a paixão platônica por sua melhor amiga é bem semelhante a paixão de Peter Parker por Mary Jane, tal como a característica de ser um garoto pobre e nerd, tímido na maioria das vezes, mas engraçado também.

A série já começa demonstrando um grande potencial. Só neste primeiro episódio, além do vilão Mago do Tempo, o primeiro meta-humano que se revela, já há referências a vários outros vilões como o Flash Reverso, o Gorilla Grodd e a Nevasca, além do herói Vibro. Os efeitos deixam a desejar, mas não é um elemento muito necessário, já que se trata de uma série de tv, até que estão melhores do que esperava-se. A montagem sonora é bem legal, empolgante e na hora certa. Agora basta esperar setembro para poder assistir o resto da série e vamos pra frente DC!

Nota: 4/5 Zips (Bom)

Um fato que é comentário há muito tempo e está cada vez mais se confirmando é de que a Marvel vai muito melhor no cinema, mas na tv a DC sempre superou. E a nova série The Flash veio pra mostrar isto em seu episódio piloto.
O texto a seguir é livre de spoilers - sem revelações sobre o roteiro.


É claro que não dá pra dizer nada, logo que só teve um episódio e Agents of SHIELD foi muito boa no primeiro episódio, mas depois decepcionou. Porém, como um episódio piloto é feito para avaliar se a série pode ou não ser realizada, eis que está na hora de realizarmos nossa crítica para também avaliarmos se a série pode mesmo ou não seguir em frente. E acho que não preciso adiantar que: sim! Em volta de apenas 40 minutos, o episódio foi tão rápido, - trocadilhos a parte - mas ao mesmo tempo tão longo, que parecia um longa-metragem daqueles que tem uma hora e meia e duas horas e você vê tão rápido e fica sentindo vontade de ver mais ou ver de novo - eu pelo menos já assisti o episódio umas três vezes, sendo a primeira sem legenda.

O episódio começa a com a narração do protagonista Barry Allen, interpretado por Grant Gustin, conhecido por seu ótimo papel como o vilão Sebastian na série Glee. Utilizando do mesmo recurso da série Arrow - que eu espero que só seja utilizado no primeiro episódio - o passado do personagem é contado em flashbacks, desde a perseguição que sofria quando criança, e que nunca conseguia escapar do bullyng, passando pela morte da sua mãe em meio a uma tempestade elétrica indoor, - que quem já assistiu o longa-metragem Liga da Justiça: Ponto de Ignição ou já leu a mega-saga em quadrinhos que a originou, sabe quem foi o verdadeiro culpado pelo assassinato - mas que seu pai - aqui interpretado por John Wesley Shipp, que interpretou o Barry Allen na série antiga - foi culpado e levado preso. A partir daí o pequeno Barry passa a ser protegido pelo Detetive West, - Jesse L. Martin - pai de sua melhor amiga Iris - interpretada por Candice Patton, que quem conhece a história e os desenhos, sabe a importância dela para o surgimento do Kid Flash e de outros personagens.
Cerca de dez anos depois, Barry é um jovem perito de Central City que sempre chega atrasado - uma brincadeira sobre o Flash muito utilizada nos desenhos e nos quadrinhos, que o homem mais rápido do mundo está sempre atrasado. Acontecendo provavelmente logo após aos eventos que levaram Barry Allen a Starling City na série Arrow, que gerou este spin-off, um controverso acelerador de partículas está para ser ligado nos laboratórios Star e Barry como sempre atrasado, perdeu o tempo para comprar o ingresso para o evento. Assim, estando longe o bastante para que as alterações provocadas pela explosão alterassem apenas seu DNA, mas não sua mente - desculpa também utilizada no desenho Super Choque, onde também acontece uma explosão que origina os meta-humanos.
Nove meses depois, dezenas de meta-humanos surgem em Central City, mas a cidade ainda não tem ciência de sua existência. Numa fórmula semelhante a de Smallville, dependendo do fenômeno, da exposição, ou do que estava perto, cada meta-humano ganha uma mutação diferente. Provavelmente cada episódio terá um vilão com mutação diferente. No caso de Barry, a tempestade provocada pela radiação gerou um relâmpago que, somado aos elementos químicos de seu laboratório na polícia, tornam o garoto não só com a velocidade sobre-humana, mas seu raciocínio e seu metabolismo, podendo se curar em torno de apenas três horas.
O diretor David Nutter demonstra ser um grande fã da trilogia Homem-Aranha de Sam Raimi. Todos os momentos de descoberta dos poderes são semelhantes aos do Homem-Aranha, inclusive a personalidade e os sofrimento dele, além da questão de que ele foi escolhido para ser o anjo da guarda da cidade - como diz o Arqueiro em sua participação de cinco minutos, que também sugere que ele use uma máscara - remetendo ao momento em que Barry, na série Arrow, sugere e inclusive cria uma máscara para o Arqueiro. Até mesmo a paixão platônica por sua melhor amiga é bem semelhante a paixão de Peter Parker por Mary Jane, tal como a característica de ser um garoto pobre e nerd, tímido na maioria das vezes, mas engraçado também.
A série já começa demonstrando um grande potencial. Só neste primeiro episódio, além do vilão Mago do Tempo, o primeiro meta-humano que se revela, já há referências a vários outros vilões como o Flash Reverso, o Gorilla Grodd e a Nevasca, além do herói Vibro. Os efeitos deixam a desejar, mas não é um elemento muito necessário, já que se trata de uma série de tv, até que estão melhores do que esperava-se. A montagem sonora é bem legal, empolgante e na hora certa. Agora basta esperar setembro para poder assistir o resto da série e vamos pra frente DC!Nota: 4/5 Zips (Bom)
by : Pedro Santana
Assim como o herói, o piloto de "The Flash" que é um spin-off da série “Arrow“, sucesso da Warner/DC Comics vazou bem rapidinho na internet.
Barry Allen (Grant Gustin) era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do "Campo de Velocidade", e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City e descobrir quem foi o assassino de sua mãe.
O primeiro episódio acabou "vazando" na internet muito antes do seu lançamento, que está previsto para outubro. Se você ficou curioso para conhecer mais sobre a serie e não quer esperar até outubro, você pode conferir o piloto da serie ( ainda sem legenda ).
Mas garantimos que vale a pena esperar até o lançamento oficial, a serie está surpreendente. Basta resistir e não clicar no play - hehehhe.
"spoilers"

Barry Allen (Grant Gustin) era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do "Campo de Velocidade", e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City e descobrir quem foi o assassino de sua mãe.
O primeiro episódio acabou "vazando" na internet muito antes do seu lançamento, que está previsto para outubro. Se você ficou curioso para conhecer mais sobre a serie e não quer esperar até outubro, você pode conferir o piloto da serie ( ainda sem legenda ).
Mas garantimos que vale a pena esperar até o lançamento oficial, a serie está surpreendente. Basta resistir e não clicar no play - hehehhe.
"spoilers"